NAVIO NEGREIRO
Embarcação ao mar, redes de esperança lançadas ao vento.
Navio negreiro, canções e devaneios.
Velas no tempo, retrato do passado, a liberdade.
Liberdade a luzir nos olhos negros de um temporal.
As aves circundam a nau em busca do alimento. Brancas plumas há paz na escravidão.
O peso das correntes, ferro fundido em elos de união.
São tantos negros, não há solidão.
São tantos deuses a lhes guiar, haverá um amanhã...
O negro se levantou e no seu dialeto gritou palavras que ecoaram pôr todo o universo-
Minha alma é livre, sou natureza como o meu Orixá, nasci livre e assim permanecerei!
Odoyá, Yemanjá!
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