Oxum
OXUM OPARÁ
HOMENAGEM A MÃE LEWÁ
Sentada sobre as pedras, cantava a sereia.
Tão meiga, perfume da alma das flores, pele de seda.
Um azul ultramarino cobria seu corpo dourado.
E cantava...
Talvez, fosse o hipnotizar de uma tempestade que insistia em desabar.
O vento audacioso atirava-se fortemente na tentativa de fazê-la calar-se.
A fúria dos ciclones prosseguia em interromper o império das águas.
Doces águas, palácio de chão estrelado.
Na claridade do universo, erguia-se uma espada, as mãos eram de luz, destinadas às batalhas.
A natureza nos apresentava uma dócil sereia, uma deusa guerreira.
HOMENAGEM A MÃE LEWÁ
Sentada sobre as pedras, cantava a sereia.
Tão meiga, perfume da alma das flores, pele de seda.
Um azul ultramarino cobria seu corpo dourado.
E cantava...
Talvez, fosse o hipnotizar de uma tempestade que insistia em desabar.
O vento audacioso atirava-se fortemente na tentativa de fazê-la calar-se.
A fúria dos ciclones prosseguia em interromper o império das águas.
Doces águas, palácio de chão estrelado.
Na claridade do universo, erguia-se uma espada, as mãos eram de luz, destinadas às batalhas.
A natureza nos apresentava uma dócil sereia, uma deusa guerreira.

Nenhum comentário:
Postar um comentário